domingo, 15 de julho de 2012

Ar

Lamentável condição pré-existente, humanos somos e devemos temporar. Desejos galopantes com natureza de fonte aquosa em alturas serrais. Quando podemos distinguir ruídos de sinfonias teatrais estamos certos de que hoje, é amanhã e ontem será um dia inesquecível. Memoráveis estamos a partir de belas algas furta-cor, que foram afogadas na xícara das horas. Vejo estreitos e paralelos em ensaios de vidro gelatinoso, aromáticas veias do acre. Gotas de subúrbio inventado são dosadas para mente que sua e depende. Mas independentemente as canecas azuis royal vão te encarar até que seja revelado o exemplar diagnostico do mar. Estômago de DNA contraído é uma bela metáfora de onomatopéia com pulmões pressionados. Sobrenaturais de Hungria revirada, somos todos europeus de cabeça baixa. Vamos desbravando a superfície  superficial, até podemos encontrar o fogo bravo que irrita os coqueiros mercuriais. Pode se retirar desse cubo solitário e então embriagar o nariz nos dias acupulturais. Mas pense e siga o caminho vestal da criação original. Em sextas ensolaradas poderemos sentir o Tim Maia e sua humanidade em desencanto. Sem hilariantes cores nos dedos posso representar e desmontar as frases que vierem. Uso as palavras para a liberdade delas. Sou uma, mas sou eterna.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Carpa

Lírica falta de literatura sã percorre na consciência viciosa, tragam-me alguns goles de saliva viscosa por favor. Sim, educação é tudo. Na páprica deste marinho encontramos espinhos lunares, mas que aroma ensurdecedor! Tempo foi, agora é, nunca sós de ter tempo agora e agora viver no tempo de amanhã. Paralelos e distantes estamos do sol vaidoso, que traz a verdadeira existência do material rugoso. Etérea claridade de poucos argumentos e opiniões franzidas como testas de atleta. Cores infinitas, combinações inexistentes, sem formas ou texturas e desprovida de discurso ou reclamações. Estou assim com o mentor jubilado. Ele está aéreo neste jantar, não aquiete-se tanto, pode me matar. A mente sente um sono pela manhã e ainda as duas está de arrebentar. Deve ser por que as amidalas estão a pestanejar, embriagadas em doce e lubrico própolis. Lá o ar é mais atraente e não podemos reconhecer cupins pairadores de cérebro. Pode ser proveitoso esse caldo de manjericão alcalino. Mais até talvez que o noviço ensopado de brotoejas. Veja que águas estão a cair, e o sapato da janela só pode pedir elixir. Travas sensíveis no chakra central e depois do natal, quase todos somos perus. Preferia menos dez graus e alguma luva que não se ensopasse com o cheiro. É, a grandiosa pequena criação rendeu um pulmão, duas imagens e uma ametista. Assim como um turista, pede carona no olhar dos vastos horizontes. Um monte de borrachas querem me apagar. Capotei como dublês em cenas heroicas, mas não cai, apenas cochilei. 

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Riverdance

Cólica irlandesa se aproxima, vejo essa nuvem fraquejando para o abismo real. Quando uvas despretensiosas aparecem com seus humildes caroços amargos, uma bela moral generosa se esforça. Nos braços aquecidos pela natureza capilar estou hibrida em pensamentos e digna em postura mental. Sua ideia sempre lhe provoca, o quanto pode, quer aparecer, ser você antes de você ser. Gerando conflitos e pressão alta. Gerúndio querido, obrigada pela continuidade eterna que você gera. Literatura azul, barcos e celtas, minhas palavras. As cores combinaram entre elas e estão todas trajadas pelas flores lacrimais de horas e luas. Constante ferro avermelhado escorre mas não volta para terra, as guerras. Erro desfiado, muito errado, luas matinais. Desertos de mercúrio em Júpiter, volitam para o norte e imersos rio acima, nessa cachoeira corrente para o sul, estão esfumaçando as nebulosas. E que o vento gargareja. O material é inflamável, mas doce. Surgem répteis e insetos agigantados, nadadeiras estufadas em rio verde-água. Lunáticos biscoitos afrodisíacos, deixe-me no canto do tabuleiro, e lá verei as gaiolas, os ruivos e o cacarejar dos dias brilhar embriagados em Weizen e seus cravos. 


terça-feira, 26 de julho de 2011

Urbano

Estica a face pálida,  tenta congelar trevos com faíscas de lágrimas ocultas. Embriagada em rocha nua, nela podemos ver seres magnéticos, platelmintos dos mais belos, escolho o purpura de fraque. Quando decido entre minha mente e o vento, sempre escolho a sobriedade. Volumes frisados nos fios vaidosos, penteiam dois encontros de madeira polida, mármore dedilhado com cordas esculpidas. Calda de brilho opaco e seca tábua azul-mar, no mais distante horizonte curioso que não se pode enxugar. As palmeiras que estão arroxeando no espelho cólico, e os vibrantes esquilos acolchoados em pequenas panelas de vidro militar.  Espertas lagartixas espiãs de framboesas no cio, visitam as amoras traumáticas em ambiente hostil. Cabeças de arbustos em um cubo quebrado acolhe o violino desmaiado derretido nesse deserto azul amarelado. E as cenas permanecem estátuas em molduras imaginárias.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Lion Heart



Avessa coluna esverdeando a face nua. Quando frescos jingles não param de acelerar a luz determinantemente, elas volitam com a maré falida em motores hidráulicos genocídios em tua gaiola. Refletor imagético de pixels deformados no interior da mente assustada. Seios em composições peculiares pesam libras mais que euros. Longos e gelados verões de alergia técnica, com correções hibridas. Departamento do azul oculto. Rastejantes cupins polares invadiram os palcos de cortina laminada. Avistando  paralelas opostas em discrição sofisticada, estica. Todas as maças e manhãs serão como pólvora desidratada, sem nenhum jubileu de entranha. Impar memória do saber, requinte do estar comemorando. Celebração instantânea, três pulos e muita água ardendo o fim da guliver sedenta de rock e expansão. Inquieto corpo gritante do veredito lunar, tragam trigo a todos e vamos celebrar. 

terça-feira, 31 de maio de 2011

Visão

Estática estatua do movimento fracionado, evita jubilações das mais híbridas. Este par de longas verdes e largas elásticas estão vagando por trigo de cravo mágico. Toneladas de fumaça afundadas em mentes Malkovitianas. Falta de laço, pescoço e aço, metal ensurdecedor de raios e ofuscados com o laranja dos integrais. Necessário foco, dedicação ação, reação...ilusão. Sonhos, iludidos de semiótica desacreditada, paleontólogos e rugidos de olhos gatunos no escuro. Pegue uma amora azulada, esmagando no sentido ante-arte, assistindo duas vezes,  cena de sempre. Gerar frigoríficos dos mais iluminados se fez contraponto ao leite derramado. Espalho cabelos pelos galhos húngaros, desejo. Imensidão azul Royal, perdida na insalubre e pretenciosa. Morrendo no gaguejar das voltas, contaminação por fascínio. Ideias com seis reais letras fascinantes. E permanece, estática, estatua do movimento aficionado.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Godê

04/03/07

Lunático, pegue seu tapete nadador, que nada como um submarino se afogando. Leve-me distante desses roncos bizarros que transtornam-me a mente hibrida. E lá verei o arco-íris chegar na pedra falida, onde pequenas criaturas pentelhas cantam enjoadamente. A casa se espatifa, a cozinha rompe, sem meias listradas as pernas evaporam. O caminho vou seguindo, mesmo que por impulso. A vontade é espancar o espantalho, coitado. Ter calçados tão 'shine on you crazy diamond' é luxo dos fantásticos seres inexistentes. Que podem existir na sua mente ou na sétima arte. Pense. Já sabe? Ficou fácil.

Millho


28/02/07

Esse odor de nanomania me causa náuseas constantes, antes fosse tudo tão nanico. Ora que extraordinário, quem dera-me guardar um antilope no bolso. Quem liga para seus chifres é dispensável à vida. Agora, uma inovação, pensou? Que tal uma injeção de consciência. Uma pilula de bom senso. Um chá de... simancol. Sim, muito piegas. Que seja, e deixe que todos sejam. Humanos! Vivam cheios de adornos, constantemente. Tendo os pensamentos mais subliminares. Uma bolha está vindo em sua direção, sinto muito, você não vai escapar.

Claustro

27/02/07


Eles, sempre colocando nome de animais londrinos nos gifs da tv, oras mas que desaforo, esses húngaros viu! Suricatos do norte, rebelem-se. Panteras flamengas, sintam-se sós, que fique declarado. Um dia tudo muda, de ponta pra cabeça. Então, virão o sol chegar, ele vai te queimar nórdica do carvalho. Imediato o surto que vai, e leva nele o 'empty smile' de todos os dias. Mais um, ninguém liga, o elefante passa e dá cambalhota. Quem ri? Eu.