quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Carpa

Lírica falta de literatura sã percorre na consciência viciosa, tragam-me alguns goles de saliva viscosa por favor. Sim, educação é tudo. Na páprica deste marinho encontramos espinhos lunares, mas que aroma ensurdecedor! Tempo foi, agora é, nunca sós de ter tempo agora e agora viver no tempo de amanhã. Paralelos e distantes estamos do sol vaidoso, que traz a verdadeira existência do material rugoso. Etérea claridade de poucos argumentos e opiniões franzidas como testas de atleta. Cores infinitas, combinações inexistentes, sem formas ou texturas e desprovida de discurso ou reclamações. Estou assim com o mentor jubilado. Ele está aéreo neste jantar, não aquiete-se tanto, pode me matar. A mente sente um sono pela manhã e ainda as duas está de arrebentar. Deve ser por que as amidalas estão a pestanejar, embriagadas em doce e lubrico própolis. Lá o ar é mais atraente e não podemos reconhecer cupins pairadores de cérebro. Pode ser proveitoso esse caldo de manjericão alcalino. Mais até talvez que o noviço ensopado de brotoejas. Veja que águas estão a cair, e o sapato da janela só pode pedir elixir. Travas sensíveis no chakra central e depois do natal, quase todos somos perus. Preferia menos dez graus e alguma luva que não se ensopasse com o cheiro. É, a grandiosa pequena criação rendeu um pulmão, duas imagens e uma ametista. Assim como um turista, pede carona no olhar dos vastos horizontes. Um monte de borrachas querem me apagar. Capotei como dublês em cenas heroicas, mas não cai, apenas cochilei.