domingo, 15 de julho de 2012
Ar
Lamentável condição pré-existente, humanos somos e devemos temporar. Desejos galopantes com natureza de fonte aquosa em alturas serrais. Quando podemos distinguir ruídos de sinfonias teatrais estamos certos de que hoje, é amanhã e ontem será um dia inesquecível. Memoráveis estamos a partir de belas algas furta-cor, que foram afogadas na xícara das horas. Vejo estreitos e paralelos em ensaios de vidro gelatinoso, aromáticas veias do acre. Gotas de subúrbio inventado são dosadas para mente que sua e depende. Mas independentemente as canecas azuis royal vão te encarar até que seja revelado o exemplar diagnostico do mar. Estômago de DNA contraído é uma bela metáfora de onomatopéia com pulmões pressionados. Sobrenaturais de Hungria revirada, somos todos europeus de cabeça baixa. Vamos desbravando a superfície superficial, até podemos encontrar o fogo bravo que irrita os coqueiros mercuriais. Pode se retirar desse cubo solitário e então embriagar o nariz nos dias acupulturais. Mas pense e siga o caminho vestal da criação original. Em sextas ensolaradas poderemos sentir o Tim Maia e sua humanidade em desencanto. Sem hilariantes cores nos dedos posso representar e desmontar as frases que vierem. Uso as palavras para a liberdade delas. Sou uma, mas sou eterna.
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