Avessa coluna esverdeando a face nua. Quando frescos jingles não param de acelerar a luz determinantemente, elas volitam com a maré falida em motores hidráulicos genocídios em tua gaiola. Refletor imagético de pixels deformados no interior da mente assustada. Seios em composições peculiares pesam libras mais que euros. Longos e gelados verões de alergia técnica, com correções hibridas. Departamento do azul oculto. Rastejantes cupins polares invadiram os palcos de cortina laminada. Avistando paralelas opostas em discrição sofisticada, estica. Todas as maças e manhãs serão como pólvora desidratada, sem nenhum jubileu de entranha. Impar memória do saber, requinte do estar comemorando. Celebração instantânea, três pulos e muita água ardendo o fim da guliver sedenta de rock e expansão. Inquieto corpo gritante do veredito lunar, tragam trigo a todos e vamos celebrar.
