Lunático, pegue seu tapete nadador, que nada como um submarino se afogando. Leve-me distante desses roncos bizarros que transtornam-me a mente hibrida. E lá verei o arco-íris chegar na pedra falida, onde pequenas criaturas pentelhas cantam enjoadamente. A casa se espatifa, a cozinha rompe, sem meias listradas as pernas evaporam. O caminho vou seguindo, mesmo que por impulso. A vontade é espancar o espantalho, coitado. Ter calçados tão 'shine on you crazy diamond' é luxo dos fantásticos seres inexistentes. Que podem existir na sua mente ou na sétima arte. Pense. Já sabe? Ficou fácil.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Millho
28/02/07
Esse odor de nanomania me causa náuseas constantes, antes fosse tudo tão nanico. Ora que extraordinário, quem dera-me guardar um antilope no bolso. Quem liga para seus chifres é dispensável à vida. Agora, uma inovação, pensou? Que tal uma injeção de consciência. Uma pilula de bom senso. Um chá de... simancol. Sim, muito piegas. Que seja, e deixe que todos sejam. Humanos! Vivam cheios de adornos, constantemente. Tendo os pensamentos mais subliminares. Uma bolha está vindo em sua direção, sinto muito, você não vai escapar.
Claustro
27/02/07
Eles, sempre colocando nome de animais londrinos nos gifs da tv, oras mas que desaforo, esses húngaros viu! Suricatos do norte, rebelem-se. Panteras flamengas, sintam-se sós, que fique declarado. Um dia tudo muda, de ponta pra cabeça. Então, virão o sol chegar, ele vai te queimar nórdica do carvalho. Imediato o surto que vai, e leva nele o 'empty smile' de todos os dias. Mais um, ninguém liga, o elefante passa e dá cambalhota. Quem ri? Eu.
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